Primeiro passo: a passagem para o Cairo, capital do Egito. Não existem voos diretos desde o Brasil, mas quase todas as companhias europeias chegam lá, com conexões variadas.

Depois vem a parte de documentos: o visto é necessário e pode ser emitido antecipadamente no Brasil, através de seus consulados (Rio ou Brasília) ou no aeroporto do CAIRO, na chegada. Custa, aproximadamente, USD 25,00 e é válido por 30 dias. É exigido o certificado de vacina para a Febre Amarela.
A moeda local se chama Libra Egípcia e, embora o idioma oficial seja o árabe, não é difícil encontrar quem fale francês e inglês.
Por se tratar de um país quase todo em zona desértica, o melhor período para visitá-lo é fora do verão, ou seja, de setembro a maio, quando as temperaturas são mais amenas.
Como ele já tinha o passaporte e o certificado de vacina de Febre Amarela, o próximo passo era ver acomodação no Cairo, por isso procurou um amigo que trabalha em uma agência.